Caos na Linha 3 do Metrô continua impune

19 out

A pane que provocou a paralisação da Linha 3-Vermelha que liga as zonas leste e oeste da capital paulista (Corinthians-Itaquera/Palmeiras-Barra Funda), no dia 21 de setembro, continua sem explicação por parte do governo tucano. Por mais de duas horas as 18 estações da Linha 3 ficaram paradas provocando pânico na população e prejudicando 250 mil pessoas. No escuro, sem ar e sob forte calor, os passageiros foram obrigados a quebrar os vidros de portas e janelas para saírem dos trens. Cinco pessoas ficaram feridas e outras 26 passaram mal.

SUPERLOTAÇÃO

Em 2009 do Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontou que o Metrô transporta um número de passageiros superior à sua capacidade. A Linha 3 é a que se encontra em situação mais crítica, conduzindo diariamente 1,4 milhão de usuários, são 9,6 pessoas por metro quadrado, quando o máximo estipulado é de seis pessoas. Ou seja, 60% a mais de passageiros.

Para o Sindicato dos Metroviários-SP, há uma série de “episódios caóticos ocasionados pela canibalização de peças, pela degradação do próprio sistema e, agora, pela superlotação”. “Quem vive o dia a dia na empresa e na operação tem certeza de que este sistema está esgotado, e que é preciso muito investimento e a implantação de medidas eficazes para superá-lo!”, afirmam os metroviários.HP

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